A emergência da Rede de Bibliotecas Escolares desde 1996 veio progressivamente alterar a realidade da leitura no meio escolar e permitir uma crescente tomada de consciência do seu papel enquanto recurso elementar no processo educativo e enquanto instrumento fundamental para a mudança qualitativa das práticas pedagógicas.
A realidade nacional, muito diversa, mostra um conjunto de práticas diferenciadas e uma vontade crescente em qualificar os espaços das BE e os recursos de informação que disponibilizam, de forma a servir a comunidade educativa em que se inserem.
Está claro o papel central que este equipamento pode ter no desenvolvimento de competências de informação ao serviço da gestão do currículo e na construção da relação com o livro e a leitura. (http://www.rbe.min-edu.pt)
No momento actual o desenvolvimento e a rápida expansão das novas tecnoligias de Informação e Comunicação e a passagem para uma sociedade de informação, digital ou de rede, assumindo a Internet e a Wordl Wide Web uma elevada importância, (http://www.educ.fc.ul.pt/hyper/resources/afurtado/index.htm)têm levantado diversas questões sobre a natureza e funções do livro (tal como ainda hoje as concebemos nas nossas BE) e mesmo sobre o seu eventual desaparecimento.
(http://www1.ci.uc.pt/diglit/DigLit%20Ensaios/Ensaios%202003-2004/Ensaio19.htm)
O leitor em Portugal está preparado para esta autêntica revolução?
As escolas, em Portugal, conseguem formar leitores de E-books quando, segundo estudos efectuados na nossa população o número de não leitores dos últimos dez anos desceu de 12 para 5 por cento? (http://bibliotequices.blogspot.com/2007/10/leitores-portugueses.html)
Temos muito que caminhar ainda para aceder a todo este "mundo da informação"!
outros sites consultados
http://www.scribd.com/doc/179181/Os-quatro-pilares-da-educacao
http://www.scribd.com/doc/375574/tecnologia-e-educacao-o-que-esta-em-jogo
http://www.scribd.com/doc/50946/Nicholas-Negroponte-El-mundo-digital
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